
Olá, Teresinhos e Teresinhas,
Ontem foi dia de comemoração em Teresópolis.
A tão polêmica Lei 351/2025, que permitia construções de até 20 andares e entrava em conflito com o Plano Diretor da cidade, acabou caindo.
Muita gente vibrou. E com razão.
Mas agora vem a pergunta que não quer calar:
isso foi uma vitória do povo… ou uma desistência do prefeito?
Pressão popular ou decisão política?
Fica no ar:
a pressão da população foi o que fez a lei recuar?
ou existiam outros interesses em jogo?
A felicidade é evidente, mas também vem acompanhada de um certo alerta.
Porque, dependendo do que aconteceu nos bastidores, a situação pode ser mais preocupante do que parece.
Outra questão que surge é sobre a relação entre Executivo e Legislativo.
Sempre se fala que são poderes independentes, que deveriam atuar de forma autônoma, ou até em parceria, pensando no melhor pra cidade.
Mas o que esse episódio levanta é:
até que ponto existe influência do Executivo sobre a Câmara Municipal?
Se decisões importantes passam mais por vontade política do que por debate público e autonomia dos poderes, a gente precisa ligar um sinal de atenção.
Porque quando uma única figura concentra tanto controle…
a gente começa a se afastar da ideia de democracia e se aproximar de outra coisa.
E isso, sim, merece ser observado de perto.
Porque aquilo que nem Freud explica… Teresa tenta.
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