Já imaginou transporte público de graça nas capitais do Brasil?

Teresinhas e Teresinhos, se liga nisso aqui…

Segundo um estudo da Universidade de Brasília e da Universidade Federal do Rio de Janeiro, isso poderia injetar mais de R$ 60 bilhões por ano na economia.

Mas calma… não é só número bonito não.

A lógica é simples: o dinheiro que hoje você gasta com passagem fica no seu bolso.

E aí você gasta com quê?
mercado, comida, conto e isso volta pra economia. Ou seja, não é só transporte  é dinheiro circulando.

Os pesquisadores chegam a comparar o impacto com o do Bolsa Família, chamando isso de um tipo de “salário indireto”. Principalmente pra quem mais precisa: periferia, população mais vulnerável… e isso poderia funcionar como um direito básico, tipo saúde pública ou educação.

Eu sou fã de campanhas sociais, principalmente quando favorecem de forma direta parte da população que se encontra em estado de vulnerabilidade social. Aqui em Teresópolis, eu já berrei algumas vezes, inclusive no sistema de tarifa zero, onde eu não via transparência por parte da prefeitura. Parecia um jogo de maquiagem: “vamos enganar a população fingindo que é para eles, mas vamos deixar todos mais de duas horas em ponto de ônibus esperando linhas defasadas”. Movimentações onde a prefeitura e a viação sairiam beneficiadas. 

Enfim, vemos um movimento dessa atual gestão para projetos sociais. Eu desejo muito, que esses projetos sejam em prol do povo e não para benefício próprio. E que isso me surpreenda positivamente lá na frente…

Agora… a pergunta que fica é:

quem paga essa conta?

O estudo diz que dá pra estruturar isso sem pesar diretamente no orçamento público mas aí já entra outra discussão, e essa, não é tão simples assim. 

Porque aquilo que nem Freud explica, Teresa tenta.

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